Vila medieval, autêntico museu carinhosamente conservado, altivas e seguras muralhas, ruas tortuosas, casario branco e janelas cheias de flores. A cada passo, o encontro com tempos da corte.

Óbidos não tem tempo, mas tem alma, património. É uma arca blindada aos olhares inconvenientes das épocas. Aqui só é aceitável o que fizer sentido, o que servir para explicar o passado. Porque Óbidos espera ser sempre o que é hoje: memória viva.

Perdem-se na noite dos tempos os traços da época em que, crescendo nas margens da Lagoa, Óbidos serviu de lar a povos como os Celtas, os Romanos, os Visigodos e os Árabes. Fundada em 308 A.C., conquistada aos Mouros em 11-01-1148 foi esta vila um dos palcos privilegiados na história, nas artes e nas letras deste país. Outrora "prenda de rainhas" Óbidos é nos nossos dias uma jóia rara que a todos cabe apreciar e ajudar a preservar.

Gastronomia

Pratos típicos - caldeirada de peixe da Lagoa de Óbidos, enguias fritas e de ensopado; doces - trouxas de ovos e lampreias das Gaeiras, alcaides, pegadas e pasteis de Moura; fruta - maças e laranjas.

A pêra rocha como a mais qualificada fruta da Região Oeste atinge grande expressão na Região alta da Usseira, simultaneamente o maior centro de frio do País; vinhos e licores - graças ao seu reconhecido microclima, a região demarcada de Óbidos produz óptimos vinhos, dos quais se destacam os conhecidos vinhos de Gaeiras, assim como a ginja, cujo o licor se celebrizou como a bebida mais típica e tradicional de Óbidos.

Tempos livres

Ar livre - passeios a pé e a cavalo e desportos náuticos; outros entretimentos- bares típicos, casa de fados, discoteca e, ainda, biblioteca e museu. Com animação turística durante todo o ano em especial, no verão, o Festival da Música Antiga, a Semana Santa, e inúmeros concertos e exposições.

Artesanato

Olaria, cerâmica, verguinha em cerâmica, trabalhos em vime, miniaturas de moinhos de vento, latoaria pintada, trabalhos em teares manuais e bordados de Óbidos.

A visitar

Castelo (fundado em 308 A.C.-Castro - e posteriormente reconstruído), Paço Real (séc. XVI); Igreja de Santa Maria (séc. XVI) com azulejos do séc. XVII; Igreja da Misericórdia (séc. XV-XVIII); Capela de N. S.ª de Monserrate (séc. XIII); Igreja de S. Pedro (séc. XVIII); Capela de S. Martinho (séc. XIV); Pelourinho, Igreja de S. João do Mocharro (em ruínas); Santuário do Senhor Jesus da Pedra (séc. XVIII); Aqueduto das Águas Livres (séc. XVI); Cruzeiro da Memória, Ermida da N.ª S.ª da Piedade, com azulejos do séc. XVIII e da N.ª S.ª da Graça (séc. XVIII); Museu; Galerias de Arte e Biblioteca.

Nos arredores

Podem visitar-se muitos lugares, capelas, igrejas e solares antigos, como o convento de S. Miguel das Gaeiras, a Quinta do Furadouro e a Quinta das Janelas. A Lagoa de Óbidos é uma maravilha natural, onde se praticam quase todos os desportos aquático.

É uma zona de praias de mar e lagoa das quais se destaca a do Rei Cortiço e de toda a falésia que se estende para sul. Ao nível turístico, a Lagoa oferece inúmeros atractivos naturais, quer à beira mar como no interior com a floresta de pinheiros.

Turismo

A Lagoa e toda a zona de praia dispõe de restaurantes, sendo Óbidos todavia, uma Vila privilegiada a esse nível com unidades hoteleiras de grande categoria, assim como de Turismo de Habitação.

The past to be met in a wonderful and unforgettable journey throughout one of the loveliest little towns in Portugal; a town that has kept its medieval time. A piece of bucolic setenity. The windmills, the picturesque white houses cluster close together and overlap but still find space for terraces and gardens. The astonishing beauty of the sunset by the sea mirrored on the limpid water of the Lagoon.

It was a time, long ago, when it all began:

Óbidos, growing at first on the banks of the lagoon, serving as home of the Celts, the Visigoths, the Romans, the Moors, and since its conquest on 11-01-1148, the Portuguese. At the time of its beginning in 308 B.C. Óbidos was a peninsula, a jewel chosen by the Romans for its strategic value. The waters have receded, yet Óbidos still holds a privileged place in history and culture of this country. In the time of the Portuguese Kings Óbidos was the ultimate jewel, given to every queen as a wedding present. Today this jewel continues to remain precious: for everyone to

Gastronomy

Óbidos, growing at first on the banks of the lagoon, serving as home of the Celts, the Visigoths, the Romans, the Moors, and since its conquest on 11-01-1148, the Portuguese. At the time of its beginning in 308 B.C. Óbidos was a peninsula, a jewel chosen by the Romans for its strategic value. The waters have receded, yet Óbidos still holds a privileged place in history and culture of this country. In the time of the Portuguese Kings Óbidos was the ultimate jewel, given to every queen as a wedding present. Today this jewel continues to remain precious: for everyone to

Les vestiges laissés par d´anciens peuples colonizateurs qui ont élu Óbidos pour foyer se sont perdus dans la nuit des siécles. Les Celtes, les Romains, les Wisigoths et les Maures suivis par les Portugais depuis le 11-01-1148, date de la conquête de cette ville, par notre premier Roi Henri 1.er.

Fondée en l´année 308 A.J.C. la ville n´a jamais cessé d´intervenir activement dans l´histoire et la culture du pays. Autrefois cadeau de mariage des reines portugaises, aujourd´hui Óbidos est un bijou rare qu´on doi aprécier et préserver.

Hotel Rainha Santa Isabel